Domingo, 17 de Desembro de 2017
Publicada em 27/05/2017

Datas Comemorativas

ONG CRAVI COMPLETA 20 ANOS DE TRABALHO CONTRA A DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Instituição oferece vagas sociais para pessoas que precisam de tratamento

A CRAVI- Casa de Recuperação Água da Vida completa, no dia 06 de junho, 20 anos de trabalho no resgate de pessoas com transtornos devido ao uso e abuso de substâncias psicoativas. O objetivo da ONG é promover a construção de uma nova consciência crítica pessoal e social que leve o participante a uma mudança de padrão de uso e de estilo de vida, com o resgate da cidadania e reinserção social.   

Tratamento

                A Instituição possui contratos de parcerias com algumas prefeituras, como a de Almirante Tamandaré e com a Secretaria Nacional Antidrogas. O individuo  que tiver interesse no acolhimento da ONG e  deseja um tratamento sem custo deverá entrar em contato com a CRAVI,  inscrever-se no programa de vagas sociais e aguardar  a vaga, de acordo com a fila de espera. O telefone para contato é: (41) 3356-6100. A Comunidade Terapêutica fica na Rua Antônio Stochero, n°3236/Campo Grande-Almirante Tamandaré.

 

Sobre a Cravi

Desde 1997, mais de 16 mil pessoas de diversas cidades do país foram acolhidas pela Instituição.  Foi em 2007 que a ONG começou a participar dos Conselhos de Assistência Social, Criança e Adolescente, Saúde, Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas e Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas.  Em 2009, a CRAVI foi condecorada com o prêmio Valorização da Vida, por meio do fundador Flávio Lemos, pela Secretaria Nacional Antidrogas.  

Dentre os processos para a reabilitação do adicto, como biológico, psicológico e espiritual, a CRAVI também foca no segmento social. A Instituição tem como objetivos propor ao participante:

 • Um processo de recuperação com mudanças progressivas;

•Um ambiente de microsociedade, em um contexto de abstinência de drogas com estratégias que visam a prevenção de recaídas;

•O desenvolvimento da identidade pessoal, com a consciência de que o sujeito é protagonista de sua história, tendo uma visão que pode transformar-se e transformar a sociedade em que vive;

•A elaboração de um projeto de vida; fundamentado na autonomia, no exercício da cidadania e na reinserção social, onde finalmente o sujeito com uma consciência crítica define metas para a sua vida que o tornarão um agente da sua recuperação, um sujeito ativo, participante da sociedade;

•A transição da Comunidade Terapêutica para a sociedade maior, com consciência ampliada sobre a vida em sociedade.

Fonte: Milena Beduso / Foto Divulgação
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